O Formato Estranho do Festival Rock in Rio

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Aqui vai a humilde opinião deste blog sobre o formato que vemos no festival Rock in Rio. Mais precisamente sobre o formato atual. Um certo amigo meu repercutiu sua opinião sobre o que acha do evento, disse ele: "nada contra, acredito que tenha que ser eclético... Mas por quê não mudam o nome da deste evento ?" Esta é a opinião de quem cresceu ouvindo rock in roll e gostaria de ir todos os dias do festival. Quando o Mundo Arte foi criado ele foi estabelecido num formato baseado no nome que carrega. Quem lê seus artigos espera que haja uma coerência com o que ele se propõe. Aqui as artes em geral são divulgadas, enaltecidas e recebem criticas. Sejam poemas, esculturas, pinturas, música, gastronomia, cinema, tudo o que é arte tem vez aqui. Este critério se estabelece em tudo o que nos envolvemos e as opiniões sobre o que o formato do Rock in Rio tem atualmente está decepcionando a roqueiros, e com toda a razão.

Não estamos aqui dizendo que ritmos como RAP, Hip Hop, Eletrônico, Axe, Pop, etc, não são bem vindos. O brasileiro é eclético e nos seus ouvidos cabe bastante coisa no que se refere a música. O que estamos considerando aqui é que fans de rock esperam 1 ou m ais anos para que o festival possa trazer seu ídolo e isto é boicotado por uma opção de se mesclar ritmos. Isto não ocorre com outros festivais no mundo, o Lollapalooza que é uma referência no quesito de festivais que lançam bandas e ratifica o gênero, segue criteriosamente o que pretendeu desde o início. Não adianta a organização do evento querer fazer esta agregação, seria interessante um festival para tudo, então. A bola fora do evento é que por querer agradar a todos está dividindo o evento e frustando a expectativa de quem quem quer ver um festival completo de Rock, já que o nome é este.


sexta 13 setembro 2013 19:04 , em Reflexão


Carta Aos Amigos

Àqueles que amo ouso usar palavras

que parecem vazias, só porque o tamanho do afeto

não cabe em linhas. Mas na distância

que de cria pelos imensos muros dos labores,

resta-me, ainda que por alguns instatantes,

traçar um paralelo em missivas que aliviam minha dor.

A minha casta visão de vocês é recompensadas por cliques,

alguns likes, outras menções. Mas vejam,

Hoje fiz diferente, só um pouco. Dicidi eu mesmo

lhes dar este lamento em mãos para que saibam,

ao ver em meus olhos, minhas mãos tremulhas e tensão no rosto,

a saudade que tenho, ditas em versos.

Pois tenho tantas saudades que embrargam em nós meu falar.

Preferi lhes dar carta até que volte a lucidez.

Por hora, fiquem com Deus, fiquem aqui, fiquem para sempre,

onde o sempre é estar com vocês.

quarta 28 agosto 2013 16:07 , em Poemas


Nossa Música lá Fora

Blog de mundoarte : Mundo Arte, Nossa Música lá ForaNão sou pai, mas para este fantástico músico eu diria: "eu queria ter um filho assim". Pellegrino é sem dúvida um dos nossos mais talentosos guitarristas de jazz. Eu não o conhecia (e olha que sou fascinado por jazz), mas graças ao Montreux Jazz Competitions posso desfrutar do som magnifico deste brasileiro. Eu estou sempre pesquisando sobre músicos, sobre tudo brasileiros. Leandro Pellegrino a daqueles músicos sem clichês. Ele está apegado ao jazz de raíz, mas com influências contemporâneas principalmente se você se atenta as ligaduras. Fica óbvia a sensação que em muitos momentos ele se faz valer das influências de choro e bossa nova, e são estas formas de composições que o fazem estas acima da linhas dos clichês jazzisticos.

Em entrvistas em alguns canais destinados a música, inclusive no canal Montreux ele comenta que lhe foi sugerido pelo festival agregar o jazz a música Wave para concorrer ao prémio. Pellegrino recusou a sugestou e alegou que ao executar Wave, ele estaria na sua zona de conforte, naquele momento valia a pena investir em outro vocabulário musical, pois ali havia um desafio e as vezes zonas de conforto não muito boas nestes momentos.

Pellegrino nos respresentou muito bem no festival que já recebeu João Gilberto, Baden Powell, Elis Regina, Luis Bonfá, Roberto Menescal, Nara Leão etc. Aliás, Montreux se rende a nossa música desde seu início, e isto nos trás muito orgulho. Confira uma das performances de Leando Pellegrino.

 

quinta 01 agosto 2013 05:36 , em Nossa Música no Exterior


Um Bom dia e Boa Música

Blog de mundoarte : Mundo Arte, Um Bom dia e Boa Música Esta é sem dúvida uma das melhores bandas do Rock Nacional. Mas para quem curte Los Hermanos sabe muito bem que a banda tem um perfil poético em tudo o que faz. Com influência da música popular brasileira, como os sambas, choros e de icones como Noel e Cartola, a banda transcende a linha de um gênero único e indo até uma identidade peculiar e notória.

 

terça 04 setembro 2012 06:15 , em Música


Eleições vindo aí, então, em quem devo votar?

Blog de mundoarte : Mundo Arte, Eleições vindo aí, então, em quem devo votar?Parece que vou dar como sugestão algum nome, mas não vou. Mas vou dar algumas dicas do critério que uso para escolher em quem votar. De cara quero ressaltar que este critério é pessoal e não determina a observação coletiva do eleitor, de certo deve haver algum outro critério bem mais completo do que o meu. Então, vamos as dicas:

1. Voto na legenda (Partido) ou no candidato?

Eu não consigo separar a figura do candidato do seu partido. Acho isto um pouco incoerente. O candidato e sua plataforma fatalmente vão atender algumas exigências da filosofia partidária. A legenda não é só uma via de identificação daquele candidato, mas a extensão de sua filosofia pessoal. Por isso sugiro que ao votar tente entender o conjunto e não somente este ou aquele político.igo separar a figura do candidato do seu partido.  Veja quais são as áreas de atuação daquele partido e  seu histórico antigo e atual. Não generalizando, mas aquele ditado dos nossos avós – diga-me com quem andas e eu te direi quem és – é muito proveitoso nesta hora.

2. Em time que está ganhando não se mexe?

Isto é  relativo. Não se esqueça que aquilo que um político faz deve ser para o bem justo coletivo. Devemos pensar no seguinte. Qual o legado permanente ou de longo prazo que a ação política vai deixar? Em muitos casos aquilo que é feito hoje, e que talvez de a entender que o time está ganhando é na verdade o meio desse ou daquele candidato se auto promover e não servir a demanda coletiva de maneira justa. Obras nem sempre são meio de se justificar uma boa campanha, mas como isto afetará todo o contexto social da população e como isto será útil para gerações futuras. Quando falo de afetar, falo de afetar negativamente ou positivamente. Temos que ter esta percepção.

3. Como devo encarar a oposição

Oposição no Brasil é muitas vezes taxada de anarquista, ou seja, um grupo que não visa fazer somente barulho ou desordem para ver no que vai dar. Mas uma oposição é o lado oposto do que está sendo proposto com suas considerações e soluções. Temos que tomar cuidado  tanto com quem faz coisas de fachada ,quanto com quem atira para todo o lado e só apontando o dedo. Tanto uma coisa como a outra tendem a ser auto promoção. Uma boa oposição (para mim) é aquela em que sabe ver o que há de positivo e negativo em relação a quem se opõe e traça um plano claro de mudanças, sem rodeios e coerente com a situação em que estamos. Somos um país em desenvolvimento e promessas mirabolantes para solucionar certos caos são perigosas para o desenvolvimento saudável da sociedade.

4. Sou obrigado a votar em candidato/político que me ajuda?

Esta pergunta é polêmica, mas não pude fugir dela. Existem algumas considerações a serem feitas aqui. (4.1) Um político, sendo candidato ou eleito, não está a serviço privado, nem de si, nem de qualquer outro, mas do povo. Se eu sou povo e careço de auxílio, logo o que é feito é visando um bem estar de um indivíduo inserido numa sociedade e não na particularidade dele. (4.2) Quando procuro um candidato/político devo avaliá-lo primeiro, saber como ele nos enxerga como indivíduos na sociedade e não como um voto de urna. (4.3) Se as pessoas em nossa volta, sejam ligadas a este candito/político, ou mesmo ele vão usar de alguma chantagem emocional, e querem por sobre você  o costume do “eu voto em quem me ajuda”, minha sugestão irônica é: quando ele se eleger peça-o para atender somente quem votou nele em seu gabinete.

5. Coisas que passam desapercebidas

Quando eu era mais novo eu votava em quem aparecia mais na TV. Infelizmente não dá para entender este diferença de tempo no horário eleitoral entre os partidos. Mas há outras soluções para conhecer nossos candidatos. Para Vereador e primeira coisa que devemos ver é quais são os da minha região, bairro e proximidades. Isto importante porque suas áreas de atuação e fiscalização são basicamente onde eles moram. Lembrando que o papel do Vereador é fiscalizar o seu município, não somente sue bairro. Isto ajuda a ver de que modo este candidato se porta nas suas atividades. Por exemplo, dificilmente você conhecerá de perto um candidato de uma região norte se você é da Zona Sul. Mas, com ajuda das redes sociais, hoje você fala com o candidato. Há alguns anos em meu Twitter eu venho mantendo contato com políticos onde posso perguntar e interagir. Meu voto para presidente em 2012 teve ajuda também das informações e pesquisa que fiz em sites. Investigue, se possível vá aos comitês e veja o há de propostas. Os candidatos do seu bairro sempre estão por lá. Para prefeito, a não ser que você cruze com ele no meio do caminho, pesquise na Internet, vá a todas as fontes possíveis. Seus sites disponibilizam um formulário contato, uns têm um perfil no Facebook e/ou Twitter. Não fique sem informções deles.

Esta opinião pessoal está aberta ao diálogo, sugestões e mudanças se necessário, O importante é fazer do nosso voto uma expressão da nossa consciência e não só de fazer uso do clichê de cidadania.

segunda 03 setembro 2012 10:47 , em Social


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